Assessoria de imprensa em ação
08/10/2009 - Sem categoria
A estrutura das Assessorias de Imprensa varia, em todo o mundo, de acordo com o tamanho das empresas e também com a organização interna. Elas têm quadros funcionais variados. Muitas têm a estrutura de uma redação de jornal. Se a assessoria tiver poucos funcionários, como ocorre com os jornais ou as agências de notícias de pequeno porte, a divisão do trabalho é informal e a maioria dos funcionários é generalista. Se for maior, como no caso de uma grande agência de notícias, poderá ter vários assessores de imprensa e cada um deles se encarregará de uma área ou assunto. Outras assessorias são organizadas por mídia, com alguns assessores responsáveis apenas pela mídia impressa e outros cuidando apenas de rádio e TV. O tamanho do quadro de funcionários depende também do número de repórteres que precisam ser atendidos e das tarefas da assessoria.
Há uma abordagem reativa e uma abordagem proativa ao noticiário. Uma exige pensar no curto prazo para lidar com as situações de emergência do dia-a-dia e as notícias de última hora. A outra requer pensar no longo prazo e planejar estratégias para o futuro. Uma boa assessoria de imprensa desempenha ambas funções. Às vezes tarefas reativas e proativas ocorrem na mesma assessoria, e se tais tarefas exigirem muito trabalho, geralmente são realizadas por duas pessoas diferentes.
É difícil pensar em longo prazo quando se precisa pensar também no curto prazo. As situações de emergência diárias sempre se sobrepõem ao planejamento de ações futuras. Devido à urgência dessas situações, o planejamento geralmente é adiado e depois não acontece mais. Por essa razão, em assessorias de alta visibilidade e ritmo acelerado, geralmente uma pessoa cuida das questões imediatas — imprensa diária — e outra das questões de longo prazo — planejamento estratégico da mensagem.





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